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Licença Premium no Power Platform: quando você precisa e quando não
A pergunta que mais muda um projeto de Power Platform não é técnica: é “quais licenças vocês têm?”. A resposta define arquitetura, prazo e custo mensal do cliente.
O que o Microsoft 365 já inclui
Planos do Microsoft 365 para empresas trazem Power Apps e Power Automate para uso com conectores padrão: SharePoint, Outlook, Teams, Approvals, OneDrive, Excel e muitos outros. Dá para construir apps de solicitação, fluxos de aprovação, formulários e notificações sem pagar nada além do que a empresa já paga.
O que exige Premium
- Dataverse como banco de dados do app.
- Conectores premium: SQL Server, gatilho HTTP, conectores personalizados e sistemas de terceiros como Salesforce.
- Modo offline em apps de tela.
- Disparar robôs de desktop (RPA) a partir de fluxos na nuvem.
Os preços de lista da Microsoft, em dólar e sem impostos, são US$ 20 por usuário por mês no Power Apps Premium e US$ 15 por usuário por mês no Power Automate Premium. Robôs sem ninguém por perto (RPA desatendido) têm licença por robô. Acordos corporativos podem ter valores diferentes; confira na página da Microsoft antes de orçar.
Como decidir
- Desenhe primeiro o que resolve com o que o cliente já paga. Muitas vezes, uma lista do SharePoint bem modelada e um fluxo com conectores padrão resolvem.
- Premium entra quando o ganho paga a licença. Para 20 inspetores em campo sem sinal, o modo offline pode valer cada centavo. Para um formulário de escritório, raramente.
- Escreva isso na proposta. O cliente precisa saber, antes de assinar, quanto vai pagar à Microsoft por mês.
E para desenvolver?
O Power Apps Developer Plan é gratuito e dá ambientes de desenvolvimento com as mesmas funções dos planos pagos, inclusive Dataverse. Ele exige uma conta de trabalho e não pode ser usado em produção.